Leia um testemunho da Fogueira Santa de Israel

Eu era uma mulher triste e vazia. Tinha um bom emprego, boa formação profissional e acadêmica, mas, era infeliz. Meus colegas de trabalho costumavam dizer que tinha um olhar triste e, quando isso acontecia, queria esconder a dor que tinha na alma. Já havia buscado muitas formas de resolver minhas angústias pessoais, porém, nada trazia a solução. Queria mudar meu esposo, queria esconder a verdade, usava minha formação em psicologia para transformar minha dura realidade, e nada.
Sou a quarta esposa do meu marido e, sempre o amei. Queria que ele fosse um homem fiel e comprometido, mas, ao contrário, ele sumia, desaparecia, mentia, bebia, não conseguia ter uma vida financeira estável, tinha dívidas altas e trazia junto com ele um passado mal resolvido de ex-esposas, ex-sociedades, além do descrédito de todos que o conheciam. Nem mesmo sua família acreditava nele: para o meu sogro ele era “um caso perdido”.
Eu tinha muito preconceito com a Universal, mas, quando me vi sem saída, resolvi assistir a um programa da Igreja na televisão, e ouvi uma pessoa relatar que, pela fé, sua vida havia mudado. Essa palavra “fé” me levou até a Igreja, no dia seguinte. Fiquei muito motivada em saber como eu poderia vencer dessa forma.
Era um sábado à tarde quando entrei na IURD pela primeira vez, há aproximadamente 7 anos. Cheguei fraca, abatida e sem dormir.
Lembro que, durante o almoço, saía do banco em que trabalhava e corria para a Igreja, participava da reunião e voltava. Dia após dia, mudanças aconteciam dentro de mim e me sentia mais leve, mais tranqüila e com paz.
Passado um mês (era dezembro de 2002), estava numa reunião quando o bispo falou da Fogueira Santa. Nunca havia ouvido falar sobre isso, mas, enquanto ele falava, senti meu coração se aquecer, parecia queimar, e algo dentro de mim dizia: “É a sua oportunidade de mudar de vida. Tome uma atitude de fé”. O homem vence profissionalmente porque sacrifica suas horas trabalhando; os cientistas são bem-sucedidos porque gastam tempo pesquisando, os pais formam bons filhos porque não se cansam de ensinar, enfim, tudo exige sacrifício. Porque então não fazer o melhor para Deus? Isso exigiria de mim um esforço muito grande. Então, decidi e me dispus a seguir sem perguntar, sem olhar para trás, sem questionar.Resolvi aplicar o que ouvi, e pedi a Deus o seguinte: “Meu Deus, vou fazer isso, vou assumir um compromisso contigo, vou sacrificar, mas quero o meu esposo como um homem de Deus, um homem transformado. Quero que ele venha para essa Igreja e que nós dois possamos te servir aqui até o último dia de nossas vidas.” Assim eu direcionei minha vida para o sacrifício, até que chegou o dia em que tive a oportunidade de participar da Fogueira Santa. Subi no altar e desci em paz.
Passado esse dia, continuei minha busca. Ia todos os dias à Igreja. Comecei a ver meu esposo com bons olhos, comecei a vê-lo como um homem transformado. Ungia suas roupas na Igreja e levava para casa afim de que vestisse. Enquanto isso, ele parecia pior: viajava mais, sumia mais, desaparecia mais. Porém, eu já não me preocupava com isso, descansei em Deus e foquei o que estava aprendendo a cada dia: que Jesus era capaz de cumprir o que meu coração ansiava.
Jesus mudou o caráter do meu esposo. Ele começou a ir comigo à Igreja todos os dias e se sentiu incomodado ao me contar os seus erros. Foi assim que me convidou a fazer uma viagem e, durante o trajeto, pediu que pegasse seu celular e perguntasse quem era o nome de cada mulher que estava na sua agenda, porque ele queria me contar que tipo de relacionamento teria tido com ela para que depois fosse apagando. Comecei a falar, de A a Z e, quando tudo terminou, vimos que dera mais de 80 nomes. Todas mulheres que haviam tido um relacionamento com ele. Foi um choque para mim. A verdade nos libertou desse passado; eu o perdoei, choramos muito e começamos juntos a lutar por uma nova vida. Foram momentos difíceis, que exigiriam muita habilidade. Estávamos tão unidos e focados nessa caminhada de fé que vencemos dia após dia, cada vez mais fortes e unidos.
Meu sonho de ter um casamento abençoado em todos os níveis eu havia alcançado, milagrosamente. Meu esposo começou a amar esse Deus também. Foi então que ele percebeu que era um novo homem, mas sentia-se fracassado profissionalmente. Continuava com dívidas, sem emprego, sem dinheiro. Ele falava sempre: “Esse Deus que me transformou é capaz de fazer qualquer coisa, o pior e o mais difícil Ele já fez: mudar meus pensamentos, meu caráter, minha vida como homem”.
Meu esposo decidiu resgatar uma empresa que tinha sido aberta por causa de um produto que ele havia criado. Procurava um sócio e, comentou comigo. Quando ouvi isso, aquele mesmo impacto que me levou a participar da Fogueira Santa dizia: "Você é a sócia que ele busca. Tome uma atitude, saia do seu emprego e decida caminhar junto com ele nessa direção”. Imaginem, tinha um emprego sólido e seguro, era gerente de um grande banco e só eu naquele momento tinha uma renda fixa que custeava nossas despesas. Fiz isso: pedi as contas e, naquele momento, ainda recebi um convite para ter a tão esperada promoção, mas eu sabia o que queria e continuei em frente. Senti-me em paz e com uma coragem de lutar enorme.
Meu sonho de ter um casamento abençoado em todos os níveis eu havia alcançado, milagrosamente. Meu esposo começou a amar esse Deus também. Foi então que ele percebeu que era um novo homem, mas sentia-se fracassado profissionalmente. Continuava com dívidas, sem emprego, sem dinheiro. Ele falava sempre: “Esse Deus que me transformou é capaz de fazer qualquer coisa, o pior e o mais difícil Ele já fez: mudar meus pensamentos, meu caráter, minha vida como homem”.
Meu esposo decidiu resgatar uma empresa que tinha sido aberta por causa de um produto que ele havia criado. Procurava um sócio e, comentou comigo. Quando ouvi isso, aquele mesmo impacto que me levou a participar da Fogueira Santa dizia: "Você é a sócia que ele busca. Tome uma atitude, saia do seu emprego e decida caminhar junto com ele nessa direção”. Imaginem, tinha um emprego sólido e seguro, era gerente de um grande banco e só eu naquele momento tinha uma renda fixa que custeava nossas despesas. Fiz isso: pedi as contas e, naquele momento, ainda recebi um convite para ter a tão esperada promoção, mas eu sabia o que queria e continuei em frente. Senti-me em paz e com uma coragem de lutar enorme.
Meu esposo sempre foi empreendedor, muito inteligente e perspicaz para perceber oportunidades de negócio. Trabalhador e focado, mas agora havia uma grande diferença: ele tinha o maior de todos os aliados: Deus, e também a sua própria fé nesse Deus. Tínhamos também a orientação contínua de homens de Deus da Igreja Universal.
Sobraram R$ 10 mil da minha rescisão, depois da compra da empresa. Chegou o mês de junho de 2003 e veio a próxima Fogueira Santa. Nesse dia, o coração do meu esposo se aqueceu; o meu também. Decidimos sacrificar tudo o que tínhamos. Não víamos a hora desse dia chegar. Contávamos os minutos, as horas, os segundos e, chegou esse grande dia.
Depois, continuamos a lutar e perseguir nossos sonhos. Tudo parecia também mais difícil. Mas, estávamos cada vez mais fortes e continuávamos indo à Igreja e aplicando a fé. O produto que ele havia criado era inovador e, por essa razão, ainda desconhecido no mercado. Precisávamos ser desbravadores, mas nada nos impedia de andar. Três meses depois, meu esposo foi chamado por uma grande empresa para fechar um contrato de R$ 1 milhão.
Que maravilha! E, dia após dia, outros contratos foram surgindo. Novas ideias, novos projetos, novas empresas. Havíamos aprendido o caminho da fé, da aliança com Jesus, do sacrifício. Investíamos no altar e investíamos no mercado.
Hoje, somos um grupo empresarial que já caminha para uma holding e 6 empresas, aproximadamente 14 patentes nacionais e internacionais, aproximadamente 6 mil empregos diretos e indiretos, uma empresa líder do mercado no Brasil e já presente no mercado internacional, a caminho da liderança. Um casamento maravilhoso. A cada dia, novas ideias e projetos. Temos os corações gratos e sem qualquer apego a nada. Somos perseguidos e invejados, mas continuamos agindo nossa fé.
Tudo começou com uma atitude. Uma atitude de coragem. Uma atitude de fé Naquele que pode todas as coisas: JESUS.
Tudo começou com uma atitude. Uma atitude de coragem. Uma atitude de fé Naquele que pode todas as coisas: JESUS.
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